Nesse domingo, dia 22/01/2012, como foi anunciado, aconteceu em Luminárias o I Trilhão da Chuva - não choveu, mas tudo bem. A concentração começou por voltas das 9:00 na praça central.
Concentração da moçada...
Adesivo distribuido aos 23 treeiros que participaram do trilhão.
Um abraço para Mariana das lojas Essencial, Ops! e Ôba pelo patrocínio dos adesivos e cartazes.
Antes de saírmos, Miltão - puxador da moçada - passou algumas instruções de como seria o percurso e, principalmente, algumas dicas de como realizar uma pilotagem consciente, uma vez que esse era o grande objetivo do evento.
Miltão em ato de pura eloquência sobre as "regras" do evento.
Como não poderia deixar de acontecer, realizamos uma oração para a Nossa Senhora dos Róias para que nos guiasse com tranquilidade e segurança. Apesar dos protestos do Zezé de Cunhanha, o Edgar iniciou a oração envolvendo todos os participantes e as pessoas que estavam prestigiando o evento.
Edgar puxando a oração para a Nossa Senhora dos Róias.
A fé te move pela montanha...
Então, depois de duas semanas de espectativas, teve início o I Trilhão da Chuva, um evento que contou com um orçamento reduzido; mas, em contrapartida, contou com a boa vontade de todos os que o "organizaram" e, principalmente, a vontade de participar de todos, desde um bicampeão de enduro de regularidade até um senhor com mais de 50 anos - isso é relevante.
Quem será que foi de cavalo?
Da praça central seguimos as trilhas da Serra da Asa Delta até saírmos na Palestina.
O início foi a Trilha da Represinha e, em seguida, a descida da Serra da Asadelta, onde o Caixa d'Água (Paulo Augusto) quebrou o guidão, desmanchou o carburador, arrebentou o cabo do acelerador e marcou para sempre sua testa com um capote espetácular. Seguimos para a Fazenda do Só Creci, na Palestina.
Saindo da Palestina, pegamos algumas estradas de pedreira até chegarmos no alto da Serra de Luminárias, onde descemos a Panela de Pressão, mas antes fizemos um pitstop para saber se o Xinho, o Itamar tinha se recuperado da "vaca" que sofreram durante a subida da serra.
Zezé de Cunhanha e Paulinho queimando a moleira na Serra de Luminárias.
Choca (Edgar), bicampeão de enduro, dando um bom exemplo ao usar seu neck brace.
Ursinho passando orientações de como encarar a Panela de Pressão.
Essa foi a cara que o Dudu fez ao constatar que o guia de corrente novinho arranhou...
Paulinho após cheirar um cipó!
Itamar... nunca mais vai empinar a DT na estradinha!
Saindo da Panela de Pressão, seguimos por de trás da Serra de Luminárias, onde alguns pegaram o caminho do Fantasma e outros seguiram por baixo, enfrentando alguns "joelhos" bem garrados. Vou confessar: em um desses "joelhos" tinha um buracão e eu... não precisa dizer mais nada!
Morro do Mió, localizado no pé do Fantasma... o Pedro subiu?
Saindo do Fantasma, pegamos uma estradinha onde havia uma peguena lagoinha na estrada, onde o Ursinho (Jonny) tomou um senhor capote, molhando toda a sua roupa. Seguimos para a Cava do Retalho, trecho onde encaramos um barro - fedorento - que não apresentou grande dificuldade para a galera, exceto pelo Lenda (Juan), que garrou, sofreu, pediu ajuda, soltou a corrente... enfim, trancou a trilha!
Tatá (Tales) que demosntrou perícia ao encarar o barro.
Pessoal encarando o barro da Cava do Retalho.
Lenda (Juan) sofrendo com a TTR no barro...
- É só trilhão, é só trilhão... Gritava o Ursinho (Jonny) para o Lenda.
Saindo da cava, seguimos para a Serra Negra. Nesse caminho existe uma estrada que se tornou um sério obstáculo, pois devido à chuva dos últimos dias parte da estrada desmoronou e um enorme buraco se formou. A sua travesia foi um atraso no percurso, pois algumas motos "embolaram" corrente.
Mas foi nesse buraco que aconteceu o fato mais engraçado do I Trilhão da Chuva que tentarei descrever a seguir: estávamos todos tentando "desembolar" as correntes das motos, cerca de 15 treeiros reunidos, concentrados no concerto, quando de repente escutamos uma forte acelerada: era o Lenda (Juan) atravesando o buraco da estrada. Aquilo nos chamou a atenção e todos ficamos observendo nosso mais mala companheiro. Após vencer o obstáculo, o Lenda em mais um rompante de grandeza, acionou a buzina de Chevete 76 que a TTR possui: "-Bip, bip..." Então, em menos de um milésimo de segundo, nosso companheiro chocou-se com um barranquino na estrada e, de cabeça no chão, levantou poeira na estrada. O mundo explodiu em gargalhada, espanto - afinal o capote foi feio - e nosso companheiro levantou e proferiu as seguintes palavras: "-Acho que quebrei o braço!" Todos estavam entregues as gargalhadas e o único que respondeu foi o Ursinho (Jonny): "-Isso não pode, isso não pode..."
Motos prontas, Lenda (Juan) recuperado seguimos para a Trilha das Mangueiras, mas antes passamos em uma água para nos refrescarmos - crédito do nosso puxador Miltão. Após a Trilha das Mangueiras, tivemos que esperar o Pedro e o Zezé de Cunhanha, pois se perderam do grupo. Reunidos novamente, seguimos para o Ingaí.
Choca (Edgar) e Chicote (Enzo) dando um tempo...
Galera reunida, barriga cheia e muitas risadas...
Chicote (Enzo) e Jardel... separados no nascimento.
Por volta de 14:00, saímos de Ingaí e seguimos pela Trilha da Arnica, caminho esse muito conhecido por todos nós. Logo no início da trilha, encontramos com o Mió do Mundo (Fábio Paulo) que seguiu o caminho junto com a galera em sua Falcon. Como não podia deixar de ser, o pessoal tocou para o Morro da Ovelhinha onde o Flavinho e o Urzinho (Jonny) sofreram, mais subiram.
Quem é esse piloto misterioso?
Simplesmente Zezé de Cunhanha.
Itamar mostranto como se faz...
Para terminar, ao saírmos da Trilha da Arnica seguimos para o Mato da Ilha, que para muitos é a segunda casa do nosso puxador Miltão - afinal ele conhece todos os caminhos do mato. Nesse trecho, dois fatos de destaque: o Lenda (Juan) se perdeu e o Beiçola (Lucas) sumiu, simplesmente sumiu. Várias companheiros saíram à sua procura e nenhuma informação. Então, quando já pensávamos o pior ele aparece pela estrada com uma cara de quem fez bagunça...
Esse menino da trabalho....
Então, por volta das 16:00 chegamos em Luminárias. Alguns estavam cansados, outros querendo trilhar mais... mas no fundo, todos estavam contentes por terem compartilhado um dia de muita diversão, de companheirismo e, principalmente, de união pelo esporte, sem vaidade - isso é relevante.
Valeu moçada e até o próximo evento!
... todos juntos por um motociclismos consciente...
João (Ricardo).

























Ótima matéria João.... parabéns pelo blog e iniciativa do trilhão! Depois post os vídeos....Abraços Edgar(Choca)
ResponderExcluirJoão, parabéns pela iniciativa! Nós, mamães que curtimos as artes de vocês, estamos sempre orgulhosas!
ResponderExcluirSSMosca1
É claro que o Pedro subiu no morro do mio. Kakakaakakak. Valeu Jõao. Abraços Pedro do Serginho.
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